Pilha de cadernos

Tecnologias apoiando a área da saúde e otimizando a jornada do paciente

Imagine a seguinte situação: você entra em contato com uma empresa em determinado canal de comunicação, onde o atendente ou robô solicita todas as principais informações para traçar o seu perfil, saber com quem está conversando e entender o histórico clínico do paciente. Então, dias depois, você precisa resolver assuntos importantes presencialmente e, com apenas uma informação, a empresa já sabe quem é você, qual a sua idade, interesses, produtos consumidos, histórico de consultas, tratamentos e muito mais.

Esse seria o cenário perfeito, se as empresas ainda não tivessem tanta dificuldade para aproveitar melhor os dados sobre seus clientes, independente do estágio da conversa, do canal ou do tipo de tratativa realizada pelo paciente, seja em seguradoras, bancos, hospitais, entre outros segmentos. No geral, ao iniciar uma nova tratativa em um novo canal de atendimento, o paciente ainda é considerado um completo estranho, sendo forçado a preencher novas planilhas e cadastros.

Para o cliente, essa é uma experiência cansativa e frustrante. Até quando será necessário preencher mais e mais informações, criando cadastros com ‘prazo de validade’ e sujeito a cair no esquecimento das empresas? Alguns ajustes em processos e implementação de novas tecnologias que entregam uma comunicação omnichannel apoiada em inteligência artificial, chatbots, assistência virtual e sistemas automatizados são apenas o começo.

Com o acesso fácil a grandes tecnologias, como as soluções de baixo código, o desenvolvimento de aplicativos completos e capazes de otimizar a experiência do seu cliente já é uma realidade, e é sobre isso que falaremos a seguir.


Estruturando processos pensando no cliente

Apesar de poder contar com sistemas de autoatendimento acoplados ao site, esse tipo de comunicação tende a ser limitada e centralizada nas necessidades do hospital. Para que a comunicação seja mais eficiente e traga mais resultados, os processos devem ser repensados e centralizados nas necessidades do paciente. Dentro desse novo cenário, as inovações tecnológicas apoiam processos digitalizando operações e otimizando fluxos de trabalho, colocando o paciente em primeiro lugar.

Dito isso, quais os caminhos que podemos tomar para tornar esse relacionamento com o cliente cada vez mais positivo?


  1. Experiência consistente.

Com a migração de comunicação de um canal para outro, é comum que o melhor da experiência se perca no meio do caminho, mas isso pode mudar com processos apoiados em uma experiência centralizada no paciente.

Sem um atendimento centralizado, é fácil perder a conexão ao ser encaminhado para outros canais, desalinhando processos e abrindo brechas para mais de uma conclusão, prejudicando o entendimento final do paciente.

Em um plano ideal, independente do canal de comunicação, o paciente terá um atendimento personalizado desde o primeiro contato, garantindo uma experiência com mais consistência, em tempo real, em qualquer dispositivo, influenciando positivamente a comunicação, seja digital ou presencial.


  1. Apoiando a jornada do paciente.

A jornada do paciente pode começar a partir de diferentes portas e janelas, mas a empresa precisa estar preparada para oferecer um caminho sólido, que indique uma solução rápida e baseada nas necessidades desse paciente.

Assim, independente do ponto de partida, é importante que todos - recepcionistas, enfermeiros e médicos - tenham acesso às mesmas informações para interagir com o paciente com o máximo de propriedade e domínio do histórico, incluindo consultas a distância com telemedicina.


  1. Elimine os silos.

A integração de dados do paciente em aplicativos legados isolados e automatizados é o caminho para clínicas e hospitais que querem agilizar e melhorar as tratativas com seus clientes. Com fluxos de trabalho conectados, é possível ter uma visão holística das necessidades do paciente, apoiando sua jornada de ponta a ponta sem depender exclusivamente de processos manuais, que limitam a demanda das equipes e comprometem o desempenho.

O uso de aplicativos digitais completos também abre caminho para tecnologias de análise preditivas, como machine learning e inteligência artificial, acelerando resultados, criação de laudos médicos e aumentando a transparência em todos os estágios da comunicação.


  1. Mudança estratégica.

Tudo muda, se transforma, e isso ficou muito mais evidente durante a pandemia. Criar aplicativos e soluções baseadas em processos definitivos e inflexíveis pode causar estagnação, dificultando mudanças necessárias em tempos de crise.

A mudança deve acontecer de forma estratégica, aproveitando ferramentas e recursos importantes independente do cenário, acompanhando todas as transformações que o mercado possa oferecer e aperfeiçoando a relação com o cliente, tornando-a saudável, duradoura e produtiva.


As soluções Low Code são o caminho.

Com as soluções de baixo código, a área da saúde pode se beneficiar com sistemas completos, baseados em necessidades dos seus pacientes, com potencial para centralizar dados importantes, organizar grandes demandas de forma colaborativa e digitalizar processos, assegurando maior controle de dados, tratativas personalizadas e mais humanizadas.

O paciente também pode aproveitar os recursos das tecnologias, revisando o progresso de seus tratamentos, atualizando seu histórico e gerenciando tarefas atribuídas em qualquer lugar. O resultado é uma experiência completa e mais transparente.

Entenda mais sobre o poder das soluções low code para o desenvolvimento ágil e prático de aplicativos digitais, e comece a transformação dentro da área da saúde.